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CODEMA elege diretoria e propõe nova postura nas questões ambientais PDF 

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O Conselho Municipal de Desenvolvimento e Meio Ambiente (Codema) elegeu na noite de terça-feira (28) a sua nova diretoria para o biênio 2017-2018. O órgão atua como um conselho consultivo para a secretaria municipal de Meio Ambiente e conta com representantes da sociedade civil, das instituições que tem atuação no setor de meio ambiente e membros do poder público. Na primeira reunião, representantes do IMA (Instituto Mineiro de Agropecuária), IEF(Instituto Estadual de Florestas), Câmara de Vereadores, Emater (Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado de Minas Gerais), Copasa, Clubes de Serviços, ONG Cerrado Verde e secretarias municipais de Meio Ambiente, Educação e Saúde.

Segundo a presidente eleita, professora Gercina Ângelo, que representa o poder público e também faz parte da equipe técnica da secretaria de Meio Ambiente, a prioridade é dar andamento em algumas questões que estavam paradas por falta de atuação do CODEMA. "Queremos propor uma mudança de postura.

Gercina destacou que todas as reuniões do conselho são abertas à população, e que elas ocorrerão na segunda terça-feira de cada mês. "Já aproveito a oportunidade para convidar a todos para a próxima reunião no dia 11 de abril, que vai ser na sede do IEF (Rua Araxá, número 295, anexo ao parque dos lagos Lêda Campos Borges)".

A professora que é formada em ecologia destacou que "o cidadão frutalense tem o direito e o dever de participar das discussões relacionadas ao meio ambiente da nossa cidade." Sobre o papel do CODEMA, a presidente eleita destacou que ele delibera sobre as questões que estão associadas a riscos ambientais. "Toda obra que causa impacto ambiental tem que ser passada pelo CODEMA. É um órgão de defesa da população," enfatizou.

De acordo com a secretária de Meio Ambiente, Mônica Alves, a proposta consiste em atribuir ao conselho o papel de protagonista nas decisões que precisam ser tomadas na secretaria. "Trazemos a proposta de uma nova postura, com mais transparência, de maior participação popular. As decisões sobre as questões ambientais vão estar amparadas por representantes de vários setores, desde os participantes da sociedade civil, dos produtores rurais, do poder público e dos órgãos que atuam nessa questão" ressaltou.

Segundo a chefe da pasta, a participação do conselho respalda as decisões que precisam ser tomadas pela secretaria. "Não queremos tomar nenhuma decisão de forma vertical, as decisões ambientais são bastante complexas e antes de tomá-las temos que ouvir todos os representantes que integram a sociedade organizada" destacou Mônica.