Principal Gabinete da Prefeita Distrital - Aparecida de Minas
Distrital - Aparecida de Minas PDF 

Sub-Prefeitura do distrito de Aparecida de Minas
Rua São Francisco de Assis, 555
38205-000 - Aparecida de Minas - Município de Frutal-MG
Tel.: (34) 3425-1326

Apoio ao poder Executivo no Distrito Municipal

Aparecida de Minas tem aproximadamente 2800 habitantes, ente área urbana e rural, situada a 13 km da Rodovia BR-153 no acesso A-900, entre as cidades de Frutal e Fronteira, no estado de Minas Gerais. A primeira casa construída ocorreu no ano de 1926, pelo professor Antônio Chagas.

A sub-Prefeitura foi criada pela administração da ex-prefeita Maria Cecília Marchi Broges, a Ciça. O Distrito de Aparecidade Minas tem as terras férteis e privilegiadas, banhadas pelo Rio Grande e vários córregos de muita importância para a região. Uma terra que preserva costumes e tradições, tais como benzeduras, festas e danças folclóricas e um rico artesanato.

É importante destacar ainda a religiosidade de seu povo do, sendo a maioria de católicos. Decisões marcantes da história do distrito se voltam para a igreja, a começar pela suas terras, que são uma doação à Nossa Senhora da Aparecida, feita Paróquia de Frutal no ano de 1926, para que ocorresse a sua fundação. Esta comunidade se beneficia ainda de trabalhos de outras instituições religiosas e também de várias instituições, tais como CEREA, AACAM e o LIONS Clube.

Na área da educação, a comunidade possuiu a Escola Municipal Antônio Aparecido de Queiroz que atende a Educação Infantil, Ensino Fundamental e EJA (Educação de Jovens e Adultos), mantida pela Prefeitura Municipal de Frutal. Há ainda a Escola Estadual Presidente Tancredo neves, que atende as turmas dos anos finais do Ensino Fundamental e o Ensino Médio. Ainda ocorre o Projovem Adolescente na escola, em parceria com o município contemplando jovens de 15 a 18 anos, no período vespertino. Na área da saúde, o distrito possui um Centro de Saúde, que oferece serviço de atendimento médico, psicológico e dentário semanal. O Centro de Saúde tem uma equipe do PSF, composta de três agentes, uma auxiliar de enfermagem, uma enfermeira padrão e um médico.

Aparecida de Minas é uma região tipicamente rural, sendo que sua economia gira em torno da pecuária e agricultura. O cultivo de abacaxi é a maior fonte de renda da população, tendo ultimamente o impacto das plantações de cana de açúcar.

APARECIDA DE MINAS - UMA OFERENDA A NOSSA SENHORA APARECIDA

O distrito de Aparecida de Minas situa-se no Município de Frutal, no estado de Minas Gerais. Sua sede dista-se 13 km da Rodovia BR-153.

A estrada que liga à referida BR, o acesso A-900, é estadual e que foi pavimentada entre os anos de 1988 e 1989, na gestão do governador Newton Cardoso, único a visitar o distrito, em agosto de 1988.

Esta localidade encontra-se com aproximadamente 1.800 habitantes na zona urbana e calcula-se com 2.800 habitantes incluindo a zona rural. O número de eleitores é de aproximadamente 1.950. Possui 600 casas, sendo que 90% das famílias têm sua casa própria.

Segundo informações obtidas com alguns cidadãos entrevistados, Aparecida de Minas teve início no ano de 1926, a contar a primeira casa construída nestas terras. Esta casa foi erguida onde hoje está o número 60 na Rua Frutal, construída a pau-a-pique, de propriedade do professor Antônio Chagas. Um dos entrevistados, senhor Antônio José dos Reis, hoje com 90 anos, trabalhou nesta construção.

O professor supracitado inicialmente iria fazer uma casa nas terras do senhor Joaquim José dos Reis (pai do entrevistado), atualmente uma parte da fazenda do senhor Teodoro Martins. Por fim, ergueu sua casa em terras, sem saber ao certo a quem pertencia.

Antes de Antônio Chagas, trabalhou por esta região o professor Bendito de Deus, conhecido por Benedito Bagageiro, que deu a ideia de se fundar uma vila. Por sugestão de Benedito, Antônio Chagas construiu sua casa nestas terras, sendo a primeira como já foi citado. Benedito de Deus era político na cidade de Barretos, no estado de São Paulo, tendo sua política fracassada, abandonou sua terra natal e veio lecionar por essas redondezas.

As terras da região eram usufruídas por posses. Pelo que os entrevistados falam, não havia limites bem definidos e nem escrituras junto ao Cartório da Comarca de Frutal. O interessado fincava alguns paus e se apossava daquelas terras. Em 1926, veio a divisão judicial, então os posseiros se apropriavam em definitivo de suas áreas. A divisão era feita pelos engenheiros Pedro Pozela e Gustavo Garcia, falam também no agrimensor Juvenal de Oliveira.

Devido às características da região, Aparecida De Minas recebeu vários nomes. Exemplo: acharam aquelas terras muito tristes, então lhe deram o nome de “Cabaceira Triste”. Noutro local, enquanto faziam os trabalhos, voou um bando de curicacas, então recebeu o nome de “Curicaca”. E assim por diante recebeu muitos nomes, como Cabaceira, Patrimônio, Giribué e Cisco, o nome mais conhecido, por motivo de suas terras serem banhadas pelo Córrego do Cisco.

No ato da divisão das terras, por intermédio de Jerônimo Luiz (Jerônimo José da Costa) os engenheiros deram 05 (cinco) alqueires para iniciar a vila. Afirmam que essa área era dos direitos de Jerônimo Luiz, onde ele era possuidor de muita terra.

Estas terras foram uma oferta a Nossa Senhora Aparecida, cuja administração foi conferida aos padres da Paróquia de Frutal, com lembranças mais claras do Cônego Osório Ferreira dos Santos. Nossa Senhora Aparecida foi proclamada Padroeira da vila. Adquiriram no processo divisório da Fazenda Cerradão, o quinhão nº 166, julgado por sentença de 12 de junho de 1926.

O senhor Jerônimo Luiz era inspetor e coordenava os trabalhos. Orientava e pacificava as pessoas. Sua palavra inspirava confiança, segundo alguns entrevistados. Perante qualquer conflito ele era procurado e encaminhava o caso para Frutal. Com ele tudo se resolvia com mais facilidade, foi o primeiro cidadão de Aparecida de Minas a ocupar o encargo de jurado. Segunda casa também foi construída nas Rua Frutal, onde hoje é o nº 144. Alguns anos depois, Jerônimo Luiz inaugurou para seu filho, José Carlos da Costa, uma venda (pequeno comércio) neste endereço, dando assim início ao comércio local.

Esta região era um campo sem cultivo, sua área não foi cercada. Após alguns anos, em 04 de novembro de 1954, o senhor Antônio Ferreira da Silva, conhecido como Nego Chimba, comprou as terras do Bispo da Diocese de Uberaba. Conforme apareciam interessados, o senhor Antônio Ferreira da Silva vendia alguns de seus lotes. E em 23 de dezembro de 1977 ele vendeu todo o restante para a Prefeitura Municipal de Frutal.

No Cartório de Registro Civil de Frutal, encontra-se as seguintes informações:

“Nossa Senhora Aparecida, distrito de Frutal, adquiriu no processo divisório da fazenda Cerradão , o quinhão nº 166, contendo a área de 05 (cinco) alqueires de terras de campos, julgado por sentença de 12 de junho de 1926, registrado sob o nº 13.776, fls.122, livro 3-V, em 11 de outubro de 1950. Patrimônio Nossa Senhora Aparecida vendeu por escritura pública lavrada pelo 2º tabelião local, em 04 de novembro de 1954 e registrado sob nº 16.202, fls. 135, em 06 de novembro de 1954, a Antônio Ferreira da Silva. Este, vendeu por escritura lavrada pelo 1º tabelião local, em 23 de dezembro de 1977, ao Município de Frutal, registrada sob o nº R-1-4.834, fls.200, livro 2-Q, em 29 de novembro de 1978.

A primeira igreja era um rancho de folha de bacuri, no mesmo local da igreja atual. Rezavam terços e começaram a fazer leilões com a finalidade de guardar fundos para construir uma nova igreja. Em 1928, com a igreja já construída, o padre Osório celebrou a primeira missa. Após a conquista de sua construção, realizou-se a campanha do ovo e da galinha para comprar o sino, que naquela época custou 420 mil réis. Encontra-se nos arquivos da Casa Paroquial de Frutal as seguintes escritas:

“ No lugar chamado Cisco, distante da cidade dez léguas, existe um lugar cujo patrimônio foi doado a Nossa Senhora Aparecida e levantada uma capela dedicada a mesma senhora. No dia 08 de setembro foi feita a bênção da capela com licença do Bispo, realizando-se neste dia a procissão e missa festiva com 36 comunhões. Preguei, confessei, batizei e instituí o catecismo. (1930) pág. 07”.

A igreja atual teve o início de sua construção no ano de 1963. O construtor, senhor Daniel, morava na cidade de Uberaba (MG). Com apoio de toda comunidade, da Prefeitura Municipal de Frutal e com administração de uma equipe eficiente, orientada e incentivada pelo Bispo, pelos padres e ultimamente pelas irmãs, vem passando por várias reformas e ampliações. Em novembro de 1976, foi inaugurada a praça da matriz “Georgino José Vieira”, na administração do senhor Gilberto Alves de Souza.

A primeira eleição local para a Câmara Municipal de Frutal foi realizada em 03 de outubro de 1934, não elegendo nenhum candidato do distrito.

Nesta época, já havia a estrada que liga Frutal ao Porto da Mandioca (Rio Grande), levando ao estado de São Paulo (balsa). Havia também o Porto de Água Doce. Os meios de transporte de que dispunham-se eram o carro de boi e o cavalo, inclusive quando se tratava de uma emergência médica para se locomover até a cidade de Frutal.

Em 03 de setembro de 1954, passou a Distrito de Aparecida de Minas, criando-se o Cartório de Paz e Notas do Distrito de Aparecida de Minas. Onde conta com dados como:

  • 1ª Escrivã: Maria de Oliveira (05 de novembro de 1954)
  • 2º Escrivão: Oliveira Jonas da Silva.
  • 3º e atual: Jarbas Jonas da Silva.
  • 1º Juiz de paz: João Cecílio dos Santos.

Atual: Manoel Miguel do Carmo.

Primeiros serviços deste cartório:

  • 1º casamento: João Simplício da Silva e Georgina Maria Tavares em 23 de junho de 1955.
  • 1º Registro: Luiz Mário Leonel em 13 de novembro de 1954.
  • 1º Atestado de Óbito: Jovino Cândido dos Santos em 05 de março de 1955.

Na primeira administração do senhor Alceu Silva Queiroz, 1982 a 1984, foi pavimentado a Rua Benedito de Deus, conhecida como “Rua do Meio”, onde se localiza todo comércio destra pequena cidade. Ainda levou a toda comunidade esgoto e água encanada, melhorando em muito a condição de vida de quem lá morava.

Em 1990, deu-se uma grande melhoria no aspecto e na higiene desta comunidade. A pavimentação de suas ruas, com passeio e meio fio, que até então eram todas de terra e alguns pontos muitos buracos e às vezes até com lama. A pavimentação da via de acesso A-900, melhorando a ligação com as cidades vizinhas.

Atualmente, este distrito conta com saneamento básico na maioria das residências, três novos loteamentos (“Sapolândia”, São Sebastião e Santa Terezinha). Modernização do sistema de telefonia, com sistema digital. Tanto a zona urbana como a zona rural conta com os serviços de eletricidade sendo servida pela Companhia Energética de Minas Gerais, CEMIG. Antes a energia vinha da usina do Marimbondo e era da responsabilidade do município. O sistema de água é gerido pela Prefeitura Municipal de Frutal. Construção de um campo de futebol, gramado e iluminado, após o velho campo ter sido loteado. Um significativo crescimento do comércio, com surgimento de supermercados, padaria, lojas de materiais para construção, veterinária, sorveterias, lanchonetes, etc.

Quanto ao lazer, realiza-se anualmente a Festa do Peão de Boiadeiro. Realizam-se também jogos e torneios na quadra de esportes, construída por um grupo de jovens nos anos 80 e que hoje é dirigida pelo Lions Clube de Aparecida de Minas. A comunidade conta com um Ginásio coberto que atende a juventude nas práticas esportivas. A Associação Comunitária, a Escola e a Igreja Católica realizam quermesses, festivais de calouros, festas juninas e forrós que a comunidade participa ativamente. Destaca-se ainda a praça da matriz Georgino Vieira, construída nos atos 70, na administração Homero Alves de Souza que é um ponto de encontro dos jovens e demais cidadãos.

SOLO FÉRTIL

Também no aspecto físico, Aparecida de Minas é um local privilegiado em virtude de sua situação geográfica, a natureza de seu clima, tipo de relevo, hidrografia, vegetação e solo. Este Distrito está situado no Município de Frutal, Triângulo Mineiro, uma das quinze zonas de Minas Gerais. Limita-se ao norte com o município de Itapagipe e a Vila de Boa Esperança, ao sul com o município de Fronteira, a leste com o município de Frutal e a oeste com o município de Frutal.

Seu clima é tropical com dois períodos bem definidos, o chuvoso e o seco e quatro estações: verão, outono, inverno e primavera. Esta variedade do clima ocorre em consequência da vegetação e da hidrografia que são bem favoráveis.

A vegetação predominante nesta região é o cerrado, formação vegetal pouco aberta, onde predominam arbustos de caules tortos, casca grossa e raízes profundas. Os cerrados são de formação bonita e interessante, encontra-se plantas que dão flores do tipo Ipê Roxo, Ipê Amarelo, Flor de Agosto, Cipó de São João, etc. Outros tipos que dão frutos, tais como Murici, Guariroba, Pequi, Guapeva e outras plantas que são utilizadas para fazer remédios, como Aquina, Sucupira, Chapéu-de-couro, etc.

Aparecida de Minas situa-se numa altitude de aproximadamente 500 metros, com latitude 20,1119 e longitude 49,2324. Sua hidrografia é abundante, o que facilita a indústria da agricultura e o cultivo de pastagens para a pecuária. Estas terras são banhadas pelo Rio Grande, Córrego do Marimbondo, Córrego do Cisco e Córrego do Pântano. Estas águas são utilizadas pela comunidade na irrigação e também como fonte de alimentos.

No Rio Grande, encontram-se várias usinas hidrelétricas, sendo uma delas muito próxima deste distrito, na vizinha cidade de Fronteira – Usina Marimbondo. Faz-se também a extração de areia, havendo um porto (Skalada) no Distrito. Seu relevo é modesto. Não possui montanhas e nem pequenas elevações. Em toda sua extensão é constituída de planícies, o que torna a região muito própria para a agricultura e a pecuária.

O solo é formado por algumas áreas de argila, pedreiras, pequenas partes arenosas e quase toda sua totalidade é terra de cultura. O que leva a usar a expressão “Aqui tudo que se planta, colhe”.

UM POVO SOLIDÁRIO

A população desta comunidade é formada por famílias que ainda conservam costumes tradicionais, embora se perceba uma lenta evolução no comportamento atual da sociedade. Talvez pelo desenvolvimento dos meios de comunicação, as famílias estão sofrendo uma mudança em seus valores culturais, morais, sociais e religiosos.

Percebe-se que, nesta pequena comunidade, o povo é solidário, acolhedor e tem o espírito de colaboração. Outro grande valor é o respeito às coisas alheias, gerando assim muita confiança e liberdade nos lares. Observa-se ainda a prática dos hábitos de higiene em todos os aspectos. No aspecto social, Aparecida de Minas conta com muitas instituições que ajudam no desenvolvimento integral do homem, dando-lhe oportunidade de se realizar como pessoa, na família e no meio. Entre estas podemos destacar:

1- Centro de Recuperação do Alcoólatra- CEREA, inaugurou-se o primeiro CEREA na cidade de Nova Granada, no estado de São Paulo, em 1970, e que tem como objetivo combater o alcoolismo e recuperar o alcoólatra. esta entidade foi fundada em Aparecida de Minas em 12 de junho de 1982. Seu fundador foi Edgar Mendonça (CEREA – Frutal/ MG), com apoio da auxiliar de saúde Divalda Batista de Queiroz.

No início as reuniões se realizavam, com a permissão do padre Frei José de Melo, na Igreja Matriz. Após alguns anos, construíram sua própria sede onde ocorre reuniões semanais. Para melhor continuidade dos trabalhos e alcançar o objetivo proposto, conta-se com uma diretoria, cujo presidente é eleito pelos cereanos para o período de uma ano, onde este escolhe sua própria diretoria.

Seus presidentes foram:

Cláudio Vieira, Ivan José dos Reis, Anízio da Paz Timóteo, Laudimar F. Neves, e João Batista Vieira (atual). Atualmente conta com mais de 160 associados. E mesmo com apoio deste órgão, o álcool ainda vem sendo um problema nesta sociedade.

2- Associação de Ação Comunitária de Aparecida de Minas – AACAM, fundada em 15 de maio de 1987 pelo senhor Alcebíades T. Machado, com o apoio do professor Elton Velasco da Silva. Esta associação tem o objetivo de zelar pela saúde, lazer, bem-estar dos seus associados, mais especificamente dos menos favorecidos.

É um órgão representativo e reivindicatório, onde conta com mais de 1000 associados. Pela lei municipal nº 4435 de 08 de março de 1993, foi declarada de utilidade pública. Seu primeiro presidente (aclamado) foi o senhor Gilberto Assunção Ferreira, e atualmente é o senhor Juarez Roseno.

3- DELEGACIA DE POLÍCIA, fundada em 03 de outubro de 1970, na administração de Homero Alves de Souza, situada à Rua Frei Luiz, s/n, Sendo que a mesma dispõe de quatro agentes. Seus componentes realizam ainda vários trabalhos junto à escola para alertar as crianças e jovens quanto ao perigo das drogas, atenção ao trânsito, etc.

4- LIONS CLUBE DE APARECIDA DE MINAS, entidade internacional fundada em 01 de junho de 1996, apadrinhada pelo Lions Clube de Frutal “Centro”, através do empresário Lázaro Nunes de Oliveira. O primeiro presidente do Clube foi o agropecuarista Ademir Zago. Os propósitos do Lions na comunidade e em seu âmbito geral é servir o próximo, difundir a paz e a valorização de ideias humanitárias.

O clube local vem desenvolvendo relevantes trabalhos no distrito com destaque para a realização da festa de Natal para as crianças da localidade. Também administra a quadra de esportes, motivando a prática esportiva através de campeonatos.

Desenvolve campanhas de conscientização sobre a AIDS, drogas, alcoolismo e trânsito.

5- CRECHE MUNICIPAL PAULA HEITOR DE ASSUNÇÃO, fundada no ano de 1994, na administração de Antônio Heitor de Queiroz, situada à Rua Benedito de Deus, s/n, coordenada por Odézia Vieira de Souza, hoje atende cerca de cinquenta crianças, ajudando em muito as mães que trabalham em serviços domésticos, braçais, etc.

TRADIÇÃO

s manifestações folclóricas se tornaram tradição em Aparecida de Minas, afinal estas manifestações são a porta de entrada deste distrito. As que mais se destacam são:

1- BENZEDURAS – encontra-se várias benzedeiras que benzem crianças e adultos. As benzeduras mais frequentes são para se livrar de “quebranto”, “vento-virado”, “cobreiro”, “áftas”, “erisipela”, “mal-jeito”, “terçol”, entre outras.

2- FESTAS E DANÇAS – Festa de “Santos Reis” ( Folia de Reis), Congada, Catira e a tradicional Festa de São João. Estas festas folclóricas têm fundo religioso, onde um grupo de homens cantam e dançam, tocando instrumentos musicais. Depois vem um “forró” onde os casais dançam até de madrugada. Mantém vivo vários grupos, como o Grupo de Congada Salatiel Sabino, este comemora no dia 13 de maio a festa de Nossa Senhora do Rosário ( padroeira dos negros), grupo de catira Quarta Geração, este se apresenta em diversas festas e muitos grupos de foliões (violeiros, palhaços, vocalistas e acompanhantes) de Festa de “Santos Reis”, onde estes percorrem o município, entre os meses de dezembro e janeiro, cumprindo uma promessa e levando fé aos lares. O encerramento do percurso é comemorado com uma grande festa de chegada. As Festas Juninas (Festa de São João), comemorada em junho todos os anos, são realizadas pela escola local e pela Igreja Católica, com direito a casamento caipira, quadrilha, pipoca, quentão, etc.

3- COZINHA – tutu-de-feijão, canjica de (milho), pé-de-moleque (amendoim), quentão (bebida feita com água quente, gengibre e aguardente), pamonha de mandioca, pamonha de milho verde, entre outras que sempre estão presentes nas festas e danças.

4- MEDICINA CASEIRA – As pessoas mais velhas acreditam nos chás de ervas medicinais para curar doenças. Há os chás de erva-cidreira, alecrim, romã, carqueja, cebola, alho, limão, broto de café, raiz de alface, boldo e outras ervas que são utilizadas para medicar sempre que possível.

5- SIMPATIAS – Este povo é muito supersticioso e acredita em várias simpatias para curar doenças como bronquite, para emagrecer, parar de fumar, para queda de cabelos, para afinar a cintura, para a criança começar a andar, e muitas outras, que para tudo se tem uma solução.

6- ARTESANATO – Crochê, balaio ou jacá (feito de taboca), peneira (de cambaúva), tapetes e colchas de retalhos, enfim o artesanato é muito rico e variado. Encontra-se ainda pessoas que fazem suas colchas de lã de carneiro, oferecendo para os seus familiares ou para atender algum amigo.